Jornal Impresso e Educação
Postado por Thalita Tavares
Os meios de comunicação fazem parte de nossas vidas. A escola também está presente na formação e conhecimento em nossas vidas.
História comum se pensarmos em leitura e escrita e seus objetivos: informar e formar pessoas críticas e atuantes na comunidade. Nesta perspectiva, dois elementos fundamentais: o professor e o jornalista.
Todas as manhãs, ambos se encaminham para um árduo trabalho no sentido de promover emoções, suscitar paixões, reflexões, questionamentos e saciar a curiosidade. No entanto, se o jornalista ou o professor não estiverem devidamente comprometidos e competentes para a sua jornada diária, seu trabalho não produzirá o resultado esperado.
Jornais e escolas têm se empenhado sempre pela leitura, mas quando o jornal impresso é introduzido na sala de aula, se busca incitar o gosto pela leitura, o ler mais e, sobretudo, entender o que se lê. Pesquisas comprovam que o jornal na sala de aula atende à curiosidade da criança e do jovem pelos fatos do cotidiano, porque faz parte de sua vivência e também porque a leitura de notícias pode levar o aluno a se interessar por mais dados a respeito deste ou daquele assunto, abraçando a pesquisa.
Utilizar os meios de comunicação, entre eles o jornal impresso, como objeto de estudo, significa nos acercarmos e incorporarmos um conjunto de abordagens sociológicas, lingüisticas e tecnológicas, além de questionarmos os fatos e lermos nas entrelinhas das notícias, vendo mais do que simples imagens ou fatos.
Hoje temos alunos fortemente influenciados pela WEB, máquinas digitais e principalmente celulares que ampliaram o âmbito da informação a limites nunca imaginados em nossa história, causando forte impacto em nossa formação profissional de século XIX. Muitos de nós, professores, ainda não consegue entender a Internet e daí a sua dificuldade em dimensionar que a WEB exige leitores mais competentes, capazes de tomar decisões rápidas frente à enorme quantidade de opções e manter o seu rumo para não se perder no espaço virtual.
A Imprensa de modo geral, passou a prestar mais atenção ao mundo jovem, explorando novos espaços em seus cadernos de cidades, buscando conhecer seus códigos e a interagir com eles, uma vez que vivemos numa sociedade em que a juventude é idolatrada e com alto poder de decisão.
O jornalismo tem se esmerado em estabelecer também novas formas de interação com seus leitores (ex. Seção de leitores, pautando matérias para o jornal).
Os meios de comunicação, em especial o jornal impresso, têm enfrentado constante pressão para produção de novas idéias e enfoques que lhes permitam manter sua audiência e leitura como utilidade aos "leitores", em meio à abundância de informações e emergência de novas tecnologias.
Trabalhamos, enquanto coordenadores de tais programas, para que os jovens e crianças vejam o jornal diário como um meio que reflete de forma relevante os interesses e vidas das pessoas, muitos dos quais conhecemos. Participando de suas pautas, (idéias, sugestões para matérias), o aluno busca a sua inserção na comunidade de forma direta, produzindo notícias próprias e atraentes. Também são chamados ao questionamento e reflexão com relação a muitas manipulações políticas e sociais presentes nos meios de comunicação.
Os jovens utilizam a informação de multimeios e muitas vezes ao mesmo tempo. Cada vez mais considerarão a Internet como um meio sem o qual não conceberão viver. É ferramenta para comprar, pesquisar e comunicar-se. Isto torna a Imprensa, de modo geral, exposta à necessidade constante de grandes transformações e evolução. Tem que se reexaminar a cada curto espaço de tempo para poder atrair e se relevante à audiência e leitores jovens.
Sabemos que a vida é feita de luzes e sombra. O mal sempre nos espreita, mas a boa notícia o bom ensino também existe. Não devemos nunca creditar a perda de leitores à suposta midiação para os meios audiovisuais.
Devemos é questionar a qualidade do que estamos fazendo. Um bom produto é imbatível. Experiências significativas de aprendizagem surgem a partir das possibilidades humanas e tornam o ensino imbatível.
Acreditamos que só a Revolução nos conteúdos e nos recursos humanos garantirá o crescimento sustentado e a liderança na Imprensa e na Educação.
História comum se pensarmos em leitura e escrita e seus objetivos: informar e formar pessoas críticas e atuantes na comunidade. Nesta perspectiva, dois elementos fundamentais: o professor e o jornalista.
Todas as manhãs, ambos se encaminham para um árduo trabalho no sentido de promover emoções, suscitar paixões, reflexões, questionamentos e saciar a curiosidade. No entanto, se o jornalista ou o professor não estiverem devidamente comprometidos e competentes para a sua jornada diária, seu trabalho não produzirá o resultado esperado.
Jornais e escolas têm se empenhado sempre pela leitura, mas quando o jornal impresso é introduzido na sala de aula, se busca incitar o gosto pela leitura, o ler mais e, sobretudo, entender o que se lê. Pesquisas comprovam que o jornal na sala de aula atende à curiosidade da criança e do jovem pelos fatos do cotidiano, porque faz parte de sua vivência e também porque a leitura de notícias pode levar o aluno a se interessar por mais dados a respeito deste ou daquele assunto, abraçando a pesquisa.
Utilizar os meios de comunicação, entre eles o jornal impresso, como objeto de estudo, significa nos acercarmos e incorporarmos um conjunto de abordagens sociológicas, lingüisticas e tecnológicas, além de questionarmos os fatos e lermos nas entrelinhas das notícias, vendo mais do que simples imagens ou fatos.
Hoje temos alunos fortemente influenciados pela WEB, máquinas digitais e principalmente celulares que ampliaram o âmbito da informação a limites nunca imaginados em nossa história, causando forte impacto em nossa formação profissional de século XIX. Muitos de nós, professores, ainda não consegue entender a Internet e daí a sua dificuldade em dimensionar que a WEB exige leitores mais competentes, capazes de tomar decisões rápidas frente à enorme quantidade de opções e manter o seu rumo para não se perder no espaço virtual.
A Imprensa de modo geral, passou a prestar mais atenção ao mundo jovem, explorando novos espaços em seus cadernos de cidades, buscando conhecer seus códigos e a interagir com eles, uma vez que vivemos numa sociedade em que a juventude é idolatrada e com alto poder de decisão.
O jornalismo tem se esmerado em estabelecer também novas formas de interação com seus leitores (ex. Seção de leitores, pautando matérias para o jornal).
Os meios de comunicação, em especial o jornal impresso, têm enfrentado constante pressão para produção de novas idéias e enfoques que lhes permitam manter sua audiência e leitura como utilidade aos "leitores", em meio à abundância de informações e emergência de novas tecnologias.
Trabalhamos, enquanto coordenadores de tais programas, para que os jovens e crianças vejam o jornal diário como um meio que reflete de forma relevante os interesses e vidas das pessoas, muitos dos quais conhecemos. Participando de suas pautas, (idéias, sugestões para matérias), o aluno busca a sua inserção na comunidade de forma direta, produzindo notícias próprias e atraentes. Também são chamados ao questionamento e reflexão com relação a muitas manipulações políticas e sociais presentes nos meios de comunicação.
Os jovens utilizam a informação de multimeios e muitas vezes ao mesmo tempo. Cada vez mais considerarão a Internet como um meio sem o qual não conceberão viver. É ferramenta para comprar, pesquisar e comunicar-se. Isto torna a Imprensa, de modo geral, exposta à necessidade constante de grandes transformações e evolução. Tem que se reexaminar a cada curto espaço de tempo para poder atrair e se relevante à audiência e leitores jovens.
Sabemos que a vida é feita de luzes e sombra. O mal sempre nos espreita, mas a boa notícia o bom ensino também existe. Não devemos nunca creditar a perda de leitores à suposta midiação para os meios audiovisuais.
Devemos é questionar a qualidade do que estamos fazendo. Um bom produto é imbatível. Experiências significativas de aprendizagem surgem a partir das possibilidades humanas e tornam o ensino imbatível.
Acreditamos que só a Revolução nos conteúdos e nos recursos humanos garantirá o crescimento sustentado e a liderança na Imprensa e na Educação.
Cecília de Godoy Camargo Pavani
Coordenadora do Depto. Educação
Rede Anhangüera de Comunicação - RAC

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